O arrasto cresce com o quadrado da velocidade
Rodar 10% mais rápido significa cerca de 21% mais força do ar. Na rodovia, o ar vira a maior resistência ao movimento.


Em rodovia, o motor gasta boa parte do diesel empurrando o ar. Veja, vista por vista, o que acontece atrás do baú e como o Albatroz T1 muda esse escoamento.
Quando o caminhão passa, o ar precisa se fechar de novo atrás dele. Numa traseira reta, ele não consegue: descola das bordas, se enrola em redemoinhos e deixa uma zona de baixa pressão colada nas portas. Essa sucção puxa o caminhão para trás o tempo todo, e o motor paga a conta em diesel.
Rodar 10% mais rápido significa cerca de 21% mais força do ar. Na rodovia, o ar vira a maior resistência ao movimento.
A esteira é a região de ar lento e turbulento atrás do baú. Quanto maior ela é, maior a força que puxa o caminhão para trás.
As quatro abas do Albatroz T1 prolongam as bordas do baú e fazem o ar se fechar de forma suave. A esteira encolhe e a sucção diminui.
Imagine cortar o ar em fatias horizontais e olhar de cima. A 2,5 m do chão, no meio do baú, aparece a esteira com dois grandes redemoinhos. A 1 m, o corte passa pelas rodas e pelo chassi, onde o ar já é naturalmente mais lento. A 4 m, perto do teto, dá para ver as asas laterais trabalhando. Compare sem e com a cauda.





SEM A CAUDAArraste para o lado para ver o caminhão inteiro →
Cada linha branca é o caminho de uma porção de ar; as partículas mostram o movimento. Azul é ar livre e rápido; vermelho, ar lento e turbulento, que gera arrasto.
Sem a cauda, o ar abandona as quinas do baú de uma vez e abre uma esteira larga. Com o Albatroz T1, as asas laterais (em âmbar) acompanham o ar por mais 475 mm e o curvam para dentro. Os redemoinhos ficam menores e a esteira se fecha mais cedo.

SEM A CAUDAAqui o corte passa pelo centro do caminhão, de ponta a ponta. Dá para ver o ar subindo pela cabine, passando por cima do baú, correndo entre as rodas e se enrolando atrás das portas. A aba do topo do Albatroz T1 conduz o ar de cima para baixo, ao encontro do ar que sai por baixo do baú.

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Agora o corte é vertical, como se você estivesse na estrada, logo atrás do caminhão, olhando para as portas. O tracejado branco marca o contorno do baú; o contorno âmbar, a borda da cauda. A 0,75 m das portas aparecem os redemoinhos que giram atrás do baú. A 2,5 m, dá para ver a esteira se estreitando com a cauda.



SEM A CAUDAEste mapa mostra a pressão do ar, e não a velocidade. Em vermelho, a frente da cabine, onde o ar bate e empurra. Em azul, as regiões de sucção. Atrás das portas fica uma sucção que puxa o caminhão para trás. Com o Albatroz T1, essa região fica mais clara: no centro das portas, a sucção cai cerca de 20%.



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Menos arrasto não vira economia de diesel na mesma proporção: parte da energia do motor vai para os pneus, a transmissão e as subidas. Por isso convertemos o resultado com um fator conservador, e a economia final é confirmada em teste de frota.
Calcular para a minha frota →| Condição simulada | Albatroz T1 |
|---|---|
| Arrasto, vento de frente, 90 km/h | até −8% |
| Arrasto, vento lateral de 4,5° | −7,2% |
| Sucção no centro das portas traseiras | cerca de −20% |
| Economia de diesel estimada em rodovia | cerca de 3% |
A engenharia avalia o seu implemento e a sua rota e entrega um estudo de viabilidade com os dados da sua operação.