
Quem move o Brasil
merece ir mais longe.
O país precisa de quem está na estrada.
A estrada precisa de mais eficiência.
Um alimento chega ao mercado. Uma indústria recebe matéria-prima. Uma encomenda encontra seu destino. Entre a produção e a vida cotidiana, há uma rede de pessoas, veículos e estradas que mantém o Brasil em movimento.
O Aero Truck nasce para contribuir com essa rede: desenvolver uma forma de transportar usando melhor a energia de cada viagem. Valorizar o caminhão é também olhar para o combustível que ele precisa para cumprir seu trabalho.
Há um Brasil inteiro
entre uma origem e um destino.
O transporte rodoviário reúne grandes corredores de distribuição e percursos locais. Caminhões abastecem centros de distribuição, ligam fábricas a fornecedores e levam mercadorias a destinos que exigem flexibilidade de rota e entrega. Por trás de cada operação estão motoristas, transportadores e equipes que precisam conciliar prazo, custo e segurança.
O Caderno de Transportes do PDE 2035 mantém os caminhões como principal modo no transporte de cargas brasileiro ao longo do horizonte de planejamento. Mesmo com o avanço de outras soluções logísticas, a estrada continuará tendo um papel central no abastecimento e na atividade econômica. EPE · PDE 2035, pp. 14 e 36
É essa presença cotidiana que motiva o projeto. Quando uma melhoria faz sentido para quem transporta, ela pode acompanhar milhares de quilômetros de trabalho — e se repetir a cada nova viagem.

Trilhos ampliam capacidade.
Rodas conectam destinos.
As ferrovias são fundamentais para transportar grandes volumes em corredores de longa distância. Sua malha, porém, não se distribui por todos os destinos de produção e consumo. A ANTT informa mais de 30 mil quilômetros de ferrovias federais monitoradas pelo CNSO; sua relação de concessões mostra a organização dessa rede em corredores específicos. ANTT · CNSO, dados até julho de 2025
A EPE aponta que a logística ferroviária atende especialmente cadeias de commodities agrícolas e minerais, com desafios para integrar o abastecimento doméstico. O PDE 2035 prevê a ampliação da malha útil de cargas de 30,6 mil km, em 2024, para 36,9 mil km em 2035. É uma projeção de expansão, não uma extensão já construída. EPE · PDE 2035, pp. 15–16
Uma rede logística mais integrada amplia as possibilidades do país. Nela, os caminhões seguem conectando origens, terminais e destinos finais. Melhorar a eficiência rodoviária é agir sobre uma parte essencial dessa conexão.

Cada litro tem um custo.
Cada ganho merece atenção.
O Balanço Energético Nacional 2026 mostra a dimensão do desafio: em 2025, os transportes foram o maior consumidor final de energia do país, com participação de 34%. O setor também respondeu por 220,8 milhões de toneladas de CO₂ equivalente nas emissões associadas à matriz energética. EPE · BEN 2026, pp. 25 e 54
Para o transportador, essa discussão aparece de forma concreta na conta de combustível. Consumir menos para realizar o mesmo serviço pode reduzir o gasto por viagem e liberar recursos para manutenção, renovação de frota e outras necessidades da operação.
A eficiência também ajuda a reduzir a energia exigida pelo transporte. Seu impacto deve ser acompanhado com dados da aplicação: distância percorrida, carga transportada, velocidade e consumo. É assim que uma melhoria deixa de ser apenas uma intenção e passa a ter significado para a frota.

Transportar a mesma carga.
Usar melhor a energia.
A transformação do transporte envolve infraestrutura, combustíveis, veículos e gestão. A eficiência energética participa dessa evolução ao buscar menos energia para prestar o mesmo serviço, considerando a carga e a distância percorrida.
Nos estudos do PDE 2035, a EPE projeta queda da intensidade energética dos caminhões, relacionada a veículos mais eficientes, mudanças no perfil da frota e melhorias na infraestrutura rodoviária. Isso reforça a importância de procurar ganhos em diferentes partes da operação. EPE · Demanda de Energia e Eficiência Energética, p. 31
O Aero Truck concentra seu desenvolvimento em uma dessas partes: a forma como o ar passa pela traseira do semirreboque. A proposta é integrar uma solução aerodinâmica ao veículo e à rotina de quem trabalha com ele, mantendo o foco no benefício operacional.

Uma mudança na traseira.
Uma atenção maior à viagem.
As asas retráteis criam uma transição na região traseira do baú. Em rodovia, o conjunto assume sua configuração aerodinâmica. Nas paradas, os painéis se recolhem junto às portas. Atuadores, braços articulados, alimentação solar e controle integram o sistema.
As simulações CFD do caminhão completo a 90 km/h indicam redução de até 8% no arrasto aerodinâmico. A economia estimada de diesel em rodovia é de 2 a 3%. Valores de simulação. Teste de campo em andamento.
Arrasto aerodinâmico e consumo de combustível são grandezas diferentes. Para os exemplos comerciais, usamos um cenário de 2 a 2,5% de economia, com quilometragem, consumo e preço do diesel informados pelo visitante. Essa projeção não representa um resultado já confirmado em campo.

O que parece pequeno
se acumula na estrada.
Considere um veículo que percorre 120.000 km por ano a 2,2 km/L: são aproximadamente 54.545 litros de diesel. Com 2 a 2,5% de economia, a projeção é de 1.091 a 1.364 litros poupados por ano. Multiplique esses volumes pelo preço do diesel da região para estimar a redução do gasto.
Em 50 veículos com esse perfil, seriam aproximadamente 54.545 a 68.182 litros poupados por ano. É um exemplo calculado para dimensionar a escala. Rota, carga e condições de uso mudam o desempenho; aquisição, instalação e manutenção entram na análise de investimento. Valores de simulação. Teste de campo em andamento.
Calcular com os dados da minha frotade diesel poupado na projeção.
R$ 51,7–66,5 mil/mês
com diesel a R$ 6,50/L.
Mais eficiência para quem transporta.
Mais possibilidades para o Brasil.
Nossa motivação é contribuir com quem mantém o país abastecido. Fazer a engenharia chegar à rotina do motorista e do dono da frota, com um produto compreensível, compatível com a operação e acompanhado por dados.
O caminho passa por desenvolver, verificar e melhorar. É assim que queremos participar do futuro do transporte brasileiro: valorizando o trabalho de quem já está na estrada e buscando mais resultado em cada viagem.
Conhecer o Albatroz T1Dados que sustentam esta leitura.
- EPE · Balanço Energético Nacional 2026 — ano-base 2025
Consumo final de energia por setor (p. 25) e emissões associadas à matriz energética (p. 54). Publicação atualizada em julho de 2026.
- EPE · PDE 2035 — Demanda Energética do Setor de Transportes
Papel do transporte rodoviário, perfil da logística ferroviária e expansão projetada da malha de cargas (pp. 14–16 e 36).
- ANTT · Centro Nacional de Supervisão Operacional — Ferrovias
Concessões e extensão monitorada, com dados até 30 de julho de 2025.
- EPE · PDE 2035 — Demanda de Energia e Eficiência Energética
Perspectivas de intensidade energética do transporte de cargas (p. 31).
Dados nacionais descrevem o setor e não são resultados do Albatroz T1. Indicadores do produto estão apresentados na página de resultados. As imagens foram geradas por IA para ilustrar aplicações do conceito; a compatibilidade depende da avaliação de cada veículo. Pesquisa editorial realizada em 16 de outubro de 2026.



